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  • My Night at Maud's

    ★★★★

  • Stéphane Mallarmé

    ★★★

  • Bodies Bodies Bodies

    ★★★★★

  • Cinéastes de notre temps : Carl Th. Dreyer

    ★★★½

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  • Bodies Bodies Bodies

    Bodies Bodies Bodies

    ★★★★★

    O roteiro possui um nível de perversidade tão maravilhosa que os invés de criticar diretamente e superficialmente (como sempre se faz) a geração-cancelamento-dancinha-de-tik-tok, ele é inteligente o bastante (bastante não. DEMAIS) e se utiliza justamente o que tem de mais ridiculo e problemático na juventude, que é tanto óbvio na própria geração quanto para os mais velhos. Explorando isso como mote ao extremo! Um dos primeiros grandes exemplares de TikTokexploitation!

    A sequência perto do fim que os personagens ficam medindo…

  • Les Histoires extraordinaires d’Edgar Poe

    Les Histoires extraordinaires d’Edgar Poe

    ★★★½

    Até o momento o único filme documental-educativo do Rohmer dessa fase de 60 que me chamou atenção. A narração ganha um dimensão fantasmagórica ao descorrer dos 24 minutos que me lembra os filmes-ensaio do Godard.

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  • Airplane Mode

    Airplane Mode

    ★★★

    O gosto do amadurecimento da ressaca pós-carrossel durante o período Trump marca o retorno de Larissa Manoela. No primeiro ato, a estética contemplativa relembra o primeiro Rosselini com o embate do indivíduo urbano com sua moral. Subverçāo Estética da Ilusão / Estética da Matéria. No segundo e terceiro ato, prioriza o mal estar da modernidade que avança tornando cada um de nós num exemplar patético do último homem nietzscheano.
    Em defesa dessa arte radical e política, straub-huilletiana, Larissa, a espect-atriz, é protagonista, é cenário, é câmera, é película, é ecrã, é expectador, é Cinema.

  • The Secret Diary of an Exchange Student

    The Secret Diary of an Exchange Student

    ★★★★½

    Na literatura cabo-verdiana, o poeta Jorge Barbosa dizia que o sonho do povo de cabo verde era a viagem que estava dentro de cada um. Esse desespero de querer partir e ter que ficar. Esse vislumbre de não ser subalterno perante a sua colônia é transmutado para os tempos neoliberais atuais em que sonho do estrangeiro ainda é uma forma de fuga do terceiro mundo.
    Barbara (interpretada com excelência por Larissa Manoela que lembra a ingenuidade e leveza de Sophia…