Zodiac

Zodiac ★★★★½

Analysis in portuguese and english.

Português

"A celebração de Fincher pelos mistérios de assassinato, a caligrafia e escrita como ferramenta contudente para leitura que constrói um assassino."


O pragmátismo dos contos de assassinato no cinema figuram um thriller que compõe uma das histórias mas intrigantes de um serial killer da década de 60 no EUA. Um suspense policial e maduro.

Existem diferentes linhas de pensamento na hora de montar um excelente caso de investigação em um roteiro, Fincher buscou o mais característico. Desenvolver uma história de um caso real de assassinato em série, mantendo o pluralismo de diálogos entre os personagens e o caso em aberto.

Todavia o espectador se pega pensando em algo como: Por que será que o assassino outrora não escolheu outro meio para divulgar seus crimes, por quê um jornal?

Mas o prefácio do engina é exatamente esse, um veículo de comunicação como alavanca para reproduzir a audácia de seus crimes.

A mídia, hoje, meio que involuntáriamente ao divulgar casos de assassinatos e sua maestria, acaba por dar estrelato ao assassino e encorajando-o a prático-lo ainda mais.

A densidade dramática de Jake Gyllenhaal e Robert Downey Jr nos encaminham para o que parece ser apanas mais um filme sobre serial killer, mas tal prematura afirmação retrai, quando no segundo ato somos introduzidos a índole de um assassino com um atraso mental e uma astuta inteligência de converger seus crimes a polícia e a mídia.

Entanto, Fincher não só cria um anagrama de idéias e provas baseados na simbologia deixada pelo assassino, como também o coloca como protagonista da trama.

Destacando o quê as doenças crônicas psicológicas desecadeam em um mente perturbada.
Um caso de vaidade psicopática de um serial killer atrás de atenção e reconhecimento. Espero que Fincher tenha o atendido.

Nunca o real e verdadeiro assassino foi preso.

English

"Fincher's celebration of murder mysteries, calligraphy and writing as a compelling reading tool that builds a murderer."

The pragmatism of film murder tales features a thriller that makes up one of the most intriguing stories of a 1960s serial killer in the USA. A police and mature suspense.

There are different lines of thought when it comes to putting together an excellent investigation case in a script, Fincher sought the most characteristic. Develop a story of a real case of serial murder, maintaining the pluralism of dialogues between the characters and the open case.

However, the viewer finds himself thinking about something like: Why did the murderer not choose another way to publicize his crimes, why a newspaper?
But the preface of Engina is exactly that, a communication vehicle as a lever to reproduce the audacity of his crimes.

The media, today, kind of involuntarily when reporting cases of murders and their mastery, ends up giving stardom to the murderer and encouraging him to practice it even more.

The dramatic density of Jake Gyllenhaal and Robert Downey Jr directs us to what appears to be just another serial killer film, but this premature statement retracts, when in the second act we are introduced to the nature of a murderer with a mental retardation and cunning intelligence to turn their crimes over to the police and the media.

However, Fincher not only creates an anagram of ideas and evidence based on the symbolism left by the murderer, but also places him as the protagonist of the plot. Highlighting what chronic psychological illnesses trigger in a disturbed mind.

A case of psychopathic vanity of a serial killer after attention and recognition. I hope Fincher answered it.

The real and true killer was never arrested.

André Santos 🇧🇷 liked these reviews